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Road trip

Minhas últimas semanas foram as mais corridas desde que cheguei a Los Angeles. Alguns eventos merecem destaque:
– Última semana de março = spring break = road trip!
– Passamos por 3 estados (Nevada, Arizona, Utah), sem contar a Califórnia.
– Visitamos 3 parques nacionais – Grand Canyon, Zion e Bryce Canyon. É impossível dizer qual é mais impressionante.

– Rodamos 3.365km – o que exige que eu leve meu carro para a revisão em menos de dois meses de uso.

– Cruzamos 2 fusos horários – que bizarramente mudam de Norte a Sul, e não de Leste a Oeste, devido ao fato de o Arizona não acatar o horário de verão.
– Fui parado pela polícia pela primeira vez por excesso de velocidade – adoro quando a velocidade máxima na estrada é 40km/h.
– Passamos pelo Hoover Dam, uma barragem que contém a maior estrutura de concreto do mundo.
– Passamos uma noite em Laughlin, Nevada, na divisa com o Arizona, onde a idade média dos hóspedes do hotel era 58 anos – e a julgar pelo cheiro do cassino, a média de cigarros fumados por dia por cada hóspede também era 58.
– Passamos duas noites em Flagstaff, Arizona, em um hotel contruído em 1897 e que sem dúvida era mal-assmobrado.
– Visitamos um igreja encrustrada em uma pedra em Sedona, Arizona.
– Dirigi na neve pela primeira vez.
– Comi nas redes IHOP, Denny’s, Sonic e Joe’s Crab Shack pela primeira vez.
– Por alguns minutos, ficamos perdidos em uma trilha em Zion, sob um sol escaldante – e sem garrafas d’água.
– Por alguns minutos, ficamos perdidos em uma trilha em Bryce, isolados na neve – e sem garrafas d’água.
– Ficamos hospedados na cidade de Kanab, Utah, onde diversos faroestes foram filmados – e onde tive as três melhores refeições desde que cheguei nos EUA.
– Assisti ao filme The Room na TV – versão censurada – pela primeira vez. (Se você ainda não assistiu a The Room, você ainda não é um ser-humano completo.)
– Dirigi por 50km em uma estrada sem passar por nenhum carro.
– Dirigi pela Rota 66 – mesmo sem ter certeza se estava ou não na Rota 66.
– Ultrapassei um veículo que carregava a frente de um avião.
– Cruzamos com um ônibus de turistas orientais. Três vezes. Em três cidades diferentes.
– Dirigimos uma hora em uma estrada de terra até o West Grand Canyon só para andar no Skywalk – e não andamos no Skywalk. E foi incrível mesmo assim.
 – Voltei para LA e sofri de “depressão-pós-spring-break” por alguns dias. Por vários dias. 
– Vivenciei meu primeiro terremoto – que me acordou da minha primeira soneca vespertina em muito tempo.
– Achei demais ter almoçado a algumas mesas de Ethan Embry – até descobrir que Juliette Lewis também estava lá e eu não notei.
– Tive uma palestra com o roteirsta Rodrigo García, que se tornou ainda mais fascinante quando descobri tratar-se do filho de Gabriel García Marquez.
– Assisti a um curta-tese entitulado “Resposta Sexual Equestre”. Protagonizado por uma criança. E um cavalo.
– Terminei o primeiro tratamento do meu longa-metragem. E também do meu curta-tese. Agora só tenho que re-escrever tudo…
– Participei da minha última filmagem como microfonista, onde na reunião de segurança recebemos o seguinte aviso: “Não pise no gramado dos vizinhos. Você pode levar um tiro.”
– Não levei um tiro.
E acho que é só…
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